A queda para a alegria do homem



Adão caiu para que os homens existissem; e os homens existem para que tenham alegria.
2 Néfi 2:25


Adão, de Tullio Lombardo.
Quando você sai à rua e vê os pregadores destilando tristezas a cada leitura de versículos bíblicos, as mulheres lamentando a falta de sorte em “ter um homem que valoriza” o trabalho delas, os cobradores xingando cada partícula de poeira que cai em sua caixa registradora e alguns estudante em completado estado de drama e melancolia é possível perceber que a queda de Adão parece ter sido desnecessária e inútil.
No segundo livro de Néfi todos podem tomar conhecimento de uma verdade que transcende qualquer conhecimento apóstata que tenha sobrevivido – o homem existe para buscar a felicidade e serem alegres. Mas alegria de verdade, não somente aquela encontrada em estados efêmeros.
E como Leí mesmo disse, ainda no segundo livro de Néfi, o arbítrio está aí, com todos e qualquer um e com ele pode-se escolher de qual lado você deseja ficar – das rugas causadas pela tristeza dramática ou da alegria descompromissada.
A tristeza, no entanto, é muito importante! Sem ela não existe alegria e as duas complementam-se de forma única e indissociável. É preciso ter uma tristeza ou outra para que a alegria seja valorizada. E isso é inquestionável.

Adão caiu e cumpriu seu papel em cair. Os homens, os filhos de Adão, é que não cumprem seu papel em não buscar a alegria. 



Clique aqui e leia Um quarto no escuro.
Clique aqui e leia Áspide.

Postagens mais visitadas