Absurdo punível

Cena registrada no sudeste
Os brasileiros não podem reclamar quando são rechaçados por ONG's e Países que defendam os direitos dos animais Não pode sequer reclamar das arbitrariedades dos representantes políticos das Casas do Senado e da Câmara dos Deputados. E não podem recamar porque são agentes ativos das arbitrariedades, dentro e fora do Parlamento, em graus variados de omissão e passividade.
O Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, chega a afrontar o desejo da sociedade ao afirmar que projetos como a legalização do aborto só será votado "sob o meu cadáver".
É essa a postura de um representante popular?
Um representante que usa seus conhecimentos medíocres para nortear o direcionamento legal de um País não pode, sob hipótese alguma, misturar religião, cultura local e "achismos" para colocar em discussão projetos extremamente importantes para o futuro do Brasil.
É gente com esse tipo de atitude que lota o Congresso Nacional e desperdiça o dinheiro público; e, pior que eles, são os eleitores!
Gente que busca apenas vantagens pessoais sem analisar as consequências; gente que se vende como uma prostituta em cada cartório eleitoral; gente que pratica a matança de animais silvestres para comer, como se ainda vivêssemos na idade da pedra. 
Quando vejo cenas de maus-tratos a animais e de indivíduos defendendo a matança da fauna brasileira sob o argumento do "carne nobre" consigo compreender a razão, dos congressistas, serem medíocres idiossincráticos.
O respeito pela cultura, pelos anseios da sociedade e pelas riquezas naturais, infelizmente, não são o forte desse povo ainda.
Cenas como essa da foto, registrada no sudeste, ainda vão se repetir e muito até que tenhamos pela consciência do nosso papel cidadão.
Porém, a fauna sobreviverá?


Lei 9.605/98
(...)
Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:

Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa.

§ 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.

§ 2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal. (...)

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